terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dos rascunhos IV, e de quando se parte só para se regressar cheio.






"Que o Homem consiga partir
só para a aventura da sua vida e que, ao
encontrar o Outro, faça
pactos de solidariedade, ao invés de uma união de
submissão."


António Coimbra
de Matos

Dos rascunhos III, e uma nova paixão que abafa o folego.



A paixão é um momento incandescente do amor. O verdadeiro amor é aquele que se transcende naquilo que ama, e não aquele que fica prisioneiro daquilo que ama.
...
De alguma forma fui um homem de uma só paixão. Ou, por outra, toda a paixão é a mesma paixão. Se ela se repete, ou se temos a impressão que revivemos uma grande paixão, é porque nenhuma paixão, mesmo a mais alta, em si mesma se esgota. Portanto, tem de ser perdida, reencontrada, reinventada, se não, é uma simples ofuscação.
...

Eduardo Lourenço

Dos rascunhos II. Desaparecer no comboio.

E é que sabe mesmo bem!


Acordar à mesma hora, mas ainda com o Sol a nascer, tirar as camisolas do armário e vestir finalmente o casaco novo. Sair à rua e cheirar a terra húmida, enterrar-me em golas e mangas e desaparecer enrolada no banco do comboio.


Dos rascunhos, e sobre Barcelona no ido 2010.


E, passado um mês, estou de volta! A este ritmo, terei assunto para o resto do ano =p

Às vezes pergunto-me para que quero um blog, sendo tão raras as suas actualizações. Convenço-me rapidamente que o meu blog é uma espécie de arquivo dos blogs que mais gosto de ler. Assim ao jeito da pasta dos favoritos do Chrome... Seja ele o que for, gosto de mantê-lo e visito-o diariamente.

Dia 2 - 12:00. Secura. Ressaca. Vinho português é bom, mas o Catalão não se distancia muito. Apesar do peso, é hora de levantar, enfrentar a chuva lá fora. Sim, sorte das sortes... nuvens pesadas durante todos os restantes dias.

Objectivo nº1: sumo de laranja natural. Pareceu-nos a melhor arma anti-ressaca. Após a nega do "Forno de Ciel" que em tudo se assemelhava a uma pastelaria mas que era na verdade uma padaria, abraçámos a Gran Via de les Corts Catalanes, pasmadas com a arquitectura das casas por onde passávamos. Parecíamos automaticamente transportadas para um conto de outros tempos...

Acabámos por encontrar a "Pan Pala". E voltámos lá todos os dias para mais um sumo. A indisposição inicial das anfitriãs foi dando lugar aos sorrisos e à familiaridade, e chegámos inclusivé a receber umas lições de catalão acerca de pastelaria. Desconfiamos que, por lá, nos encaravam como 2 novas vizinhas do Eixample, e é uma sensação que ainda hoje nos deixa um sorriso nos lábios.





Arroios, de José Maria Vieira Mendes

Descoberta do dia:

http://jmvieiramendes.blogspot.pt/

segunda-feira, 21 de maio de 2012

só por hoje deixo a água correr, quente. só por hoje faço uma pausa nos dias. troco a lâmpada pela chama e silencio-me no cliché.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

2012?

http://www.facebook.com/pages/Liliput-LoveMade/293958693981201

domingo, 27 de novembro de 2011


Evey Hammond: I'm Evey.
V: Evey? E-V. Of course you are.
Evey Hammond: What does that mean?
V: It means that I, like God, do not play with dice and I don't believe in coincidences.


E não acredito mesmo em coincidências. Resta-me aprender o significado de cada uma delas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Horta Vertical

Após várias pesquisas sobre hortas (verticais) em varandas, percebi claramente que não há por que complicar. Costuma dizer-se que lançamos a semente e a Natureza faz o trabalho por si.

Na 4ª feira passada, fui a vários mercados/ floristas procurar "mudas" (sementes já germinadas) para continuar as plantações na varanda. Em todos os locais em que estive, a resposta era a mesma: "Em tempos, vendia muito disso aqui. Com o tempo, as pessoas deixaram de tratar das hortas e de ter quintais e começou a não ser rentável, pelo que deixei de vender". Vencida pelo facto de não encontrar mudas mas com uma enorme vontade de levar em frente o meu plano, optei pelas sementes.

10 pacotes de sementes comprados, 50 lt de terra e outros tantos vasos e estava pronta para iniciar as plantações. Em 2 horas, tinha terminado e a sensação era fabulosa. Houve em tempos uma frase que li na Ervilha: "Fazer é Poder", e que nunca me saiu da cabeça. É de facto verdade que muitas vezes alimentamos dependências face a outros e a outras coisas que são totalmente desnecessárias. Era precisamente essa a origem do meu contentamento: Tinha nas mãos a possibilidade de criar os meus próprios alimentos :)

O processo foi relativamente simples:


1) Fiz vários furos (com ferro aquecido ao lume) no fundo dos vasos para permitir o escoamento da água;

2) Coloquei areia no fundo dos vasos (melhora a drenagem), seguida da terra;


3) Coloquei as sementes:


4) Cobri com uma cama fina de terra e reguei. As etiquetas foram também feitas por mim e o resultado foi este:




Foi-me aconselhado pela senhora da loja que arranjasse/ improvissasse uma estufa para que as sementes germinassem melhor. Nessa mesma tarde, fomos comprá-la (tornou-se prenda de aniversário que estava pendente :)) e resultou assim:



Passados 8 dias, o aspecto começa a ser outro...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Isto de querer viver num apartamento como quem vive no campo tem os seus altos e baixos.

Não é estranho e não é de agora a grande pancada com campos de flores a perder de vista, as hortas arranjadas com carreiros alinhados e vegetais a transordar.

Contudo, e como estou cansada de ouvir, "devagar se vai ao longe" e, "é ainda muito cedo para se esperar ter tanta coisa principalmente quando se viveu ainda tão pouco". Ouvir isto de alguém de 50 anos faz-me sentido. Mas visto daqui dos meus 27 anos, é penoso continuar neste "um passo em frente e 3 para trás" do qual parece impossível sair.

Assim, e visto que a casa com horta teima em demorar-se, parece-me que terei que improvisar. A primeira fase foi superada: O manjericão mantém-se vivo (gigante, e em flor), bem como o cebolinho (o despenteado da direita) e o tomilho (asfixiado ao centro). É agora altura de lhes dar irmãos.


Felizmente, não estou sozinha nesta luta e há todo um mundo de informação vocacionada para as cada vez mais conhecidas "hortas verticais".

Da opção mais barata, as Garrafas Pet aos sistemas de cultivo hidroponizado, todos poderão ter uma horta vertical. Tudo o que precisam é de uma parede... ou de um tecto!

Stay tuned :)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O filme acabou pela morte das palavras.

al berto

domingo, 7 de novembro de 2010


Sabes que te estás a tornar numa "delas" quando ficas 3 semanas sem vir ao teu blog, quanto mais não seja para ler outros blogs.

domingo, 17 de outubro de 2010


Sabes que te estás a tornar numa "delas" quando, no último mês, compraste 3 pares de sapatos e ficas ansiosa por ver como ficam no novo roupeiro na nova casa.

domingo, 10 de outubro de 2010

You do.


"Some people feel like they don't deserve love. They walk away quietly into empty spaces, trying to close the gaps to the past."


Into the Wild

domingo, 23 de maio de 2010

Hay mas en esta vida que solo foc. BCN - Day 1.

Hoje amanheci com a certeza de ter pela frente um dia brutal. Após uma semana de muito trabalho e de cansaço acumulado, dormi. Dormi muito e dormi bem. Hoje estou, pela primeira vez em muito tempo (2 anos parece-me), sozinha em casa e nada me poderia dar mais prazer.

Como planeado, consegui ficar até mais tarde na cama, mas ainda com muitas horas pela frente. Levantei-me, tomei o pequeno-almoço e parti para o banho. Troquei a areia do gato (how charming!), arrumei a cozinha e almocei. Com música. Com calma. Em paz.

Vesti-me, passei os olhos pelos livros de costura - os projectos acumulam-se nas minhas ideias. Por enquanto, sem máquina, nada posso fazer. Por isso, parece-me um excelente dia para actualizar o blog. A lista do lado tem sido riscada, mas nada tem sido comentado por aqui. Time to change.

Não sei por onde começar... Talvez por Barcelona.


É raro que algo na minha vida aconteça como planeado e de forma pacífica. Mas também são normalmente os imprevistos que me dão mais adrenalina e me fazem sentir mais viva, pelo que já consigo viver bem com esta realidade. A viagem não foi excepção.

Ainda no check-in, estranhámos quando perguntaram à S. pelo seu passaporte. Ela não havia reparado, mas o seu BI estava caducado pelo que, por pouco, o passeio não acabava mesmo por ali. Superado o primeiro obstáculo, entre gargalhadas, fotografias e muitas borboletas na barriga, é hora de embarcar. O calor é mais que muito (há que vestir muitos casacos para enfrentar o frio de Barcelona, e escapas à mala de porão) e, no limiar da desidratação, opto por voltar a pôr um dos casacos na mala comprada pela mãe à última hora, e já não a consegui fechar. Percebi rapidamente no que é que a Oriflame precisou de poupar para vender trolleys por 11€ - no fecho! Foi assim esta a minha imagem acabadinha de chegar ao destino, arrastando uma mala presa com um cinto. Sounds just perfect =)

A destacar: "Trava trava cabrón!" gritado dos últimos bancos do avião aquando da aterragem. Priceless!

Hora de ligar os telemóveis, ver a morada do F., ligar-lhe para receber orientações. Fiquei espantada quando vi o meu ligado, e ainda mais estupefacta quando o vi desligar-se por falta de bateria. O mesmo com o da S., brilhante! Uma cidade desconhecida, sem moradas e sem telefones. Tínhamos a referência do W, hotel onde o F. trabalha - pensámos! Toca de atacar os guias, mas o W não constava. Não fazíamos a mais pequena ideia onde seria. Bem, também qual seria a coisa mais grave que poderia acontecer? Termos que andar o resto do dia com as malas (a minha lá continuava com o cinto) e dormir noutro sítio qualquer. Na verdade na verdade, aquele episódio propiciou-nos uma sensação de liberdade muito mas muito boa. Lá fomos nós à deriva.

Quisemos evitar os 5€ do aerobus, procurámos o autocarro que nos levaria ao comboio. Encontrámos, tanto o autocarro como o aeroporto (de novo, no lado oposto), dado que foi para onde o mesmo autocarro nos transportou. Mas era mesmo assim, a estação de comboios era no próprio aeroporto, por isso não, não nos tínhamos enganado.



Plaça de Catalunya. Continuávamos sem saber que direcção tomar, e os cafés não tinham tomadas disponíveis. Portanto, hora de Frigo Pie - aquele gelado da minha infância que, por razões que não entendo, a Olá deixou de vender em Portugal. Só por isso, Barcelona já teria valido a pena.
Nessa tarde, havia uma luz esplêndida nas ruas. As pessoas acotovelavam-se nas Ramblas, e acumulavam-se no jardim de la Plaça. Decidimos juntarmo-nos a elas, pousámos as malas na relva e por ali ficámos. Fotografias, gargalhadas e borboletas parte II!

Como é boa a vida e tralala e como são mais que muitos os carteiristas por ali! Lembrámo-nos mesmo a tempo dessa realidade quando senti um olhar suspeito, e agarrei a máquina fotográfica. Uns metros ao lado, com menos sorte, um outro turista foi caçado. Não percebemos se algo foi roubado, mas a mestria com que aqueles roubos são feitos é impressionante! Quase não se dá por nada! Foi um belo primeiro contacto, mas que nos deixou alerta para os restantes dias.

Outra coisa comum en la Plaça são os pombos. E descobrimo-lo da pior maneira. Safámo-nos do carteirista, mas não do pombo que decidiu aliviar-se mesmo em cima de nós! Estórias...


Conseguimos contactar o F. menos de 1 hora depois. No Starbucks cederam-nos uma ficha. Não sou fã, acho que o Starbucks vive do Marketing e que a qualidade não é proporcional à sua popularidade, mas fiquei rendida com a atitude. Não prometo consumir, mas prometo não difamar. Comunicações estabelecidas, rua identificada. Sentido de orientação feminino... Lá fomos nós Ramblas fora, Vicky Cristina no mp3, sorrisos mais que muitos, emoções em explosão. A rua acaba, estávamos perdidas, tínhamos ido no sentido oposto. Ponto negativo: 1h30 a andar com malas numa rua completamente apinhada de gente; Ponto positivo: encontrámos o W!

Chegadas ao hotel, malas entregues, era hora de rumar a Barceloneta. Uma espécie de Costa da Caparica em Barcelona, mas que nos deixaria memórias fabulosas.

A noite foi passada no Foc You. Reunimo-nos com o F., conhecemos os seus amigos e a Rosita, a mexicana que lá trava. Te quiero mucho Rosita! :)

Nesta noite começámos a aprender algumas lições de Barcelona:
1) Hay mas en esta vida que solo foc";
2) Em Barcelona, tudo se mede em 10 minutos e em 20€;
3) Bebemos sempre mais do que pagamos.


End of day 1!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

2010: "Relativizar"


*Ilustração de Maria Nogueira

"É tudo uma questão de atitude!" - diz-se sempre. É verdade. Pela primeira vez em muito tempo (3 anos talvez), estou cansada. Mas cansada porque vivo. As minhas semanas foram do estado "pasmaceira total" ao estado "actividade (quase) permanente. E estou a adorar. Hoje acordei e contei os dias que faltam até poder ficar a dormir até mais tarde - 4 dias. E decidi que no próximo Domingo não vou fazer absolutamente nada. Sei que a probabilidade disto acontecer é baixa, até porque, especialmente em dias de Sol, salto da cama pouco depois das 8h e, com toda a gente a dormir, não me resta senão sair para a rua e aproveitar a manhã. De qualquer forma, vou tentar.

Na passada 6ª feira, tornou-se real (e foi até cómico) esta situação. Em conversa com a chefe que me convidou para a inauguração de uma exposição nesse mesmo dia, a minha resposta foi: "Sabe, hoje não consigo ir à exposiçã0. Tenho que aproveitar para ir ao Mundo Mix, dado que este fim-de-semana vou para a Zambujeira". E foi uma excelente sensação.

Estou, sem dúvida, a ter um dos melhores anos da minha vida. Um ano de novas atitudes. 2009 fechou-se, entre discussões, ao som da passividade. 2010, o ano do avental, acordou com a certeza da mudança. E ao ver a minha lista, riscada de semana para semana, sinto-me em paz. 2010 trouxe-me uma nova palavra: "Relativizar", e ainda bem :)

sábado, 8 de maio de 2010

Há rostos tecidos de palavras...

... e gente movidas a sonhos, em cujo olhar descobrimos, extasiados, aquilo que em tempos fomos. Homens-astros, impossíveis na sua beleza estrelar, anunciam tempos novos.

Em reinos de marfim onde até mesmo a mais pequena fracção de terra refulge, decretam leis invisíveis, planeiam novos modos de obterem a concórdia absoluta e, no fim, escarnecem da tosca grandiloquência humana.

"É matéria altamente ilusória esta! Não confiem no que os vossos olhos vêem", contrapõem os cépticos do costume, desejosos de fazerem alastrar a secura interior que os devasta e silenciarem os que ousam a felicidade.

Temem que a sua mensagem faça implodir os seus edifícios de soberba, mas desconhecem que a queda há muito ocorreu, espoletada por eles próprios. E então, como que por milagre, todas as faces se reúnem numa só. Um único traço os une, indestrutível na sua aparente fragilidade: o sorriso.

Sérgio Almeida
(EPOPEIA PARA ADULTOS ACRIANÇADOS)*


*espantosamente descoberto na Feira do Livro .10

Ilustração de Suzy Lee, em "Espelho"

terça-feira, 20 de abril de 2010


"Um dia, o mais provável é tornares-te num chato, deixares de sair à noite e começares a levar-te demasiado a sério. Nesse dia, vais começar a vestir cinzento e bege, pedir para baixar o volume da música e deixar a tua guitarra a apanhar pó. Vais tornar-te politicamente correcto, socialmente evoluído, economicamente consciente. Vais achar que tens de ir para onde toda a gente vai e assumir que tens de usar fato e gravata todos os dias. Nesse dia, vais deixar de beijar em público, as tuas viagens serão mais vezes no sofá e dormirás menos ao relento. É oficial. Vais entrar na idade do chinelo e deixar de ser quem foste até então. Vais deixar de te sentar ao colo dos amigos e vais esquecer-te de como se faz um quantos-queres ou um barco de papel. Vais ficar nervosinho se não trocares de carro de quatro em quatro anos e desatinar se o hotel onde estiveres não te der toalhas para o teu macio e hidratado rosto. Vais tornar-te muito crescido e começar a preocupar-te com tudo e com nada e a não fazer nada porque "vai-se andando" e a vida é mesmo assim. Vais dizer não mais vezes, vais ter mais medo, vais achar que não podes, que não deves, que tens vergonha. Vais ser mais triste. Nesse dia, o mais provável é que também deixes de beber refrigerantes.

Aqui fica uma ideia: Quando esse dia chegar, não lhe fales."

*Nova campanha Sumol num dos diários de propaganda gratuitos

sexta-feira, 9 de abril de 2010



X: 'Tão, e o que é que fazes este Domingo?"

Y: "Olha, por acaso, vou a Barcelona!"

=D =D =D =D =D =D =D =D =D (já perceberam os níveis de felicidade, ou tenho que continuar com os smileys? =D)

domingo, 7 de março de 2010



Tenho riscado mais alguns itens da lista, mas não tenho postado nada sobre isso. Não que esse facto seja particularmente importante - as visitas ao blog são diminutas -, mas quero fazê-lo.

Estou bastante satisfeita. Todas as semanas venho até aqui e há sempre mais alguma coisa para riscar, o que atesta a minha fidelidade ao compromisso que estabeleci comigo própria. As semanas têm-se sucedido, como sempre, muito rapidamente. Já a sensação de vazio tem-se sucedido, ao contrário do habitual, mais raramente.

Faço um balanço destes 2 primeiros meses. Percebo que estou mais perto. 2010 tem muito para me dar porque, acima de tudo, eu tenho muito para me dar. Lentamente, percebo que, no final de contas, é uma questão de postura. Postura e determinação. Querer mais, querer melhor, e assumir o desafio. Os dias sucedem-se e as escolhas são mais fáceis. Tudo está no seu sítio (na maior parte do tempo).

Por comentar ficou:

  • Fazer azeite aromático: Fi-lo há 2 semanas, ficou no escuro, bem selado como recomendado e estava ansiosa para ver como tinha corrido. Ontem experimentei e achei espectacular. Optei pelo azeite com malagueta e tomilho e ficou óptimo com o lombinho de porco com batatas assadas em alecrim. Recomendo!

  • Ir ao Pois, Café com a Joana: Lá fomos após um almoço cá em casa com a Sara (Cogumelos com Alecrim, Frango com Salsa e Oregãos, e Petit Gateau). Correspondeu ao esperado: final de tarde descontraído, impregnado de boas sensações, acompanhadas de gente bonita e diferente, num ambiente de grande espontaneidade e inspiração. Surpreendeu-me o Book e DVD Crossing praticado no próprio espaço, ao alcance de todos.

  • Ir a 2 museus (1/2): Ilustrarte '09 no Museu da electricidade. Fomos no passado Domingo. Ficámo-nos pela exposição, e nem usufruímos do Amo-te Tejo no piso inferior. Voltámos com muitos novos nomes da Ilustração Infantil, e com a convicção de que os italianos são mestres nesta área. As fotos estão em fila de espera para serem tratadas e postadas por aqui.

  • Ir à Crafts & Design: Assim começámos o nosso Domingo. Esperávamos algo maior e com uma amostra mais variada. Lá, acrescentámos estas ideias ao nosso imaginarium:
http://radioflyur.blogspot.com/
http//moveisemcartao.blogspot.com

A tarde será dedicada ao sofá e à TV que está de volta. Camus à distância de um braço e até amanhã!